domingo, 8 de agosto de 2010

Retaliações e Poeminha!

Ihhhhh... O menino aí em baixo acha que é grande filósofo!

Sabe o que eu acho?

Achei um real, uma vez que estava andando na rua e depois achei um chiclete grudado no meu tênis.

Como tá escrito Filósofos aí em cima, escrevi um poema. E como poema é coisa de Filósofo, vou recitá-lo. (Eu estava escrevendo uma mesóclise e um macetinho de como lembrar esse nome, que eu acho chato de lembrar, já escrevi mesócope, mesencompe e mesenclise... Acho que misturei mesóclise com apócope, do Espanhol... Mas aí eu vi que seria um verdadeiro fail e parei)

Vamos lá:

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Jacaré!
Por te cruzarmos, quantas mães olhavam seus filhos enquanto eles nadavam felizmente na praia,
Quantos filhos em vão, fizeram um castelo de areia!
Por quantas noivas o vestido não lhe foi arregaçado
Para que fosse nosso, ó abestado!

Foi de grande valia? Tudo é de grande valia
Se a alma não é pequena
Quem quer passar além do morro do Pão de Açúcar
Tem que passar além do morro da Urca
Deus ao Rio a beleza e as praias deu,
Mas nele é que espelhou a violência dissolvida numa sociedade que tem como dinheiro fácil uma característica intrínseca dos seres que lá habitam.


Acho que já ouvi algo parecido... Mas... Nãããão... Inventei isso agora! =D

Nenhum comentário: